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Zona Industrial de Vila Meã nas prioridades de investimento da Câmara Municipal

O presidente da Câmara Municipal de Amarante, António Jorge Ricardo, voltou a evidenciar, em recente entrevista na Rádio Região de Basto, a prioridade de investimento do município para a futura Zona Industrial de Vila Meã.
“Esta área em Vila Meã é fundamental, com uma extensão de 600 mil metros quadrados, para termos a capacidade de atrair empresas com maior dimensão e que ofereçam empregos qualificados. É preciso termos essa oferta e estamos a trabalhar nisso porque temos consciência que será relevante de futuro”, acentuou o edil em entrevista no programa Espaço Aberto da Rádio Região de Basto.
Jorge Ricardo considera o emprego como “um dos eixos fundamentais” da ação do município e o investimento previsto para a estruturação de um novo e amplo espaço de acolhimento empresarial em Vila Meã é essencial para a sua concretização.
“O acesso a emprego qualificado é aquilo que vai fazer fixar os nossos jovens qualificados. Estamos a avançar com o processo em Vila Meã do parque empresarial com passos significativos. Já negociamos com os proprietários de terrenos, com parte deles chegamos a acordo e com os restantes pode haver negociação ou partiremos para a expropriação”, adiantou.
Note-se que, em reunião da Câmara Municipal, no início de maio, a propósito da Zona de Acolhimento Empresarial de Vila Meã, o presidente do município informou que foi solicitada a resolução do processo de expropriação, após ter sido efetuada uma consulta junto dos proprietários abrangidos.
“Na sequência desse procedimento, foi proposto um aumento de cerca 23% relativamente ao valor inicialmente resultante da avaliação, com o objetivo de alcançar acordo com a maioria dos proprietários”, lê-se na ata da reunião.
Referir que, requerida a declaração de utilidade pública dos bens imóveis necessário à criação da Zona Industrial, segundo informação avançada pelo presidente de Câmara, a previsão dos encargos a suportar com a expropriação dos terrenos ascenderá a um milhão e setecentos mil euros.
Na entrevista, António Jorge Ricardo, reforçou a ambição de “um concelho melhor para viver, trabalhar e visitar”.
“Estamos sempre com os olhos postos na coesão territorial e um dos nossos objetivos é o investimento nas freguesias, na requalificação viária, educação e habitação”, comentou, enumerando a construção do JI de Real e o investimento de mais de 14 milhões em habitação social com obras em execução e algumas já em fase de conclusão nas várias freguesias do concelho.

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