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Foto: Jornal a Verdade

Presidente da Câmara de Amarante acentua importância Zona Industrial em Vila Meã

O presidente da Câmara Municipal de Amarante, António Jorge Ricardo, assume a nova zona industrial em Vila Meã como um eixo estratégico para Amarante e uma das apostas do executivo municipal para este mandato.

Em entrevista ao Jornal “A Verdade”, Jorge Ricardo, realça o projeto ambicioso em Vila Meã, que compreende a criação de uma área de acolhimento empresarial com cerca de 630 mil metros quadrados.

“Aproveitando a ferrovia e as boas vias de comunicação, este projeto visa atrair investimento pesado e criar emprego qualificado, essencial para fixar a população”, comenta na entrevista.

Entre os projetos para este mandato, o novo presidente da Câmara de Amarante, enumerou ainda, nesta entrevista, como eixos principais, na Educação, a construção de seis novas creches (três já adjudicadas), e para os seniores dotar as 26 freguesias de equipamentos como Centros de Dia, garantindo conforto a “quem tanto nos ensinou”.

A habitação social é uma das apostas. Na entrevista refere que a autarquia não se limitou a esperar, agarrou a oportunidade, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), para apresentar candidaturas para cerca de 350 fogos. Atualmente, 155 casas já estão em construção, com conclusão prevista para abril ou maio deste ano. A estratégia distingue-se pela descentralização: ao contrário de outros municípios que concentram a habitação social no centro, Amarante espalhou o investimento. “Temos obras desde Rebordelo a Canadelo, São Simão, Gondar, Freixo, Figueiró, Ataíde…”, comenta.

Jorge Ricardo avança que 35% destas habitações serão destinadas a jovens até aos 35 anos. “É um sinal claro de que têm uma oportunidade em Amarante”, sublinha.

O presidente tem uma preocupação que passa por “fixar os jovens e garantir que ninguém fica para trás”.

Para o mandato que agora arranca (até 2029), Jorge Ricardo define quatro eixos fundamentais: Habitação, Educação, Emprego e Coesão Territorial.

Quando questionado sobre como quer ser lembrado quando este mandato terminar, em 2029, Jorge Ricardo não hesita. Quer ser lembrado como alguém “que deu tudo”.
“Alguém que esteve próximo das pessoas e das instituições”, resume.

O objetivo final é simples, mas hercúleo: garantir que a “Princesa do Tâmega” continue a brilhar, não apenas pela sua beleza natural, mas como uma terra onde vale a pena viver, trabalhar e ficar.

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