O fotógrafo António Cunha é o grande vencedor da sétima edição do prémio que, no ano em que se comemora o centenário do nascimento de Agustina Bessa-Luís, tem a ilustre escritora como tema.
Para além do 1.º prémio ao fotógrafo flaviense, o júri atribuiu, ainda, um segundo lugar a Fernando Fortes (Almada) e o terceiro a José Martins, de Vila do Conde. Foram nomeados para menções honrosas os fotógrafos Abílio Mendes (Amarante), António Tedim (Moreira da Maia) e Paulo Fernandes (Viana do Castelo).

Verónica Pinto, presidente da direção da Associação para a Criação do Museu Eduardo Teixeira Pinto, destaca o carácter único deste prémio “que ao distinguir ilustres amarantinos através da arte da fotografia e de um conjunto de fotografias a preto e branco de enorme qualidade técnica está também a distinguir e a promover Amarante, já que o regulamento de participação prevê que pelo menos uma das fotografias seja sempre realizada num cenário amarantino, a génese dos nossos ilustres homenageados”.
Américo Paulo Ribeiro, presidente da Junta da União de Freguesias de Amarante, salienta a origem do prémio que pretende levar ainda mais longe a riqueza da história da nossa cidade e do nosso concelho, berço de nomes que estarão para sempre ligados à história do país e do mundo.
As 18 fotografias vencedoras dão origem a uma exposição itinerante que está patente em 10 espaços, ao longo de um ano. A primeira destas itinerâncias será na sede da Junta da União de Freguesias de Amarante, onde a exposição Ilustre Amarantino poderá ser visitada até ao próximo dia 31 de dezembro.
O Concurso Ilustre Amarantino já homenageou Teixeira de Pascoaes, Eduardo Teixeira Pinto, Amadeo de Souza-Cardoso, António Lago Cerqueira, António Carneiro, António Cândido e Agustina Bessa-Luís.
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