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Segurança do doente em destaque no Centro Hospitalar Tâmega e Sousa

Organizadas pelo Gabinete de Gestão de Risco Hospitalar do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS), realizou-se, no dia 10 de dezembro, data em que se assinalam os 73 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, as II Jornadas de Gestão de Risco Hospitalar com o tema “Segurança do Doente: a prioridade nos cuidados de saúde”. 

Tendo por objetivo a reflexão e promoção da melhoria da atividade assistencial, os temas da área de gestão de risco e segurança do doente em foco nestas jornadas foram a literacia em saúde, segurança do profissional e segurança do doente, temas que vão de encontro ao Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2021-2026. 

“Esta é uma das áreas mais difíceis, pois é uma área transversal que envolve vários grupos profissionais, o que, por vezes, dificulta a articulação”, disse Carlos Alberto, presidente do Conselho de Administração, na sessão de abertura. 

Recordou a “experiência durante a pandemia, onde as áreas da qualidade e segurança do doente foram postas à prova em todo o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e no CHTS. Não foram tempos fáceis, mas foram feitas várias transformações de melhoria que vieram para ficar”. 

José Ribeiro, enfermeiro diretor, referindo-se aos 73 anos da Declaração dos Direitos Humanos, nomeadamente ao artigo 1.º, e artigo 64.º da Constituição da República Portuguesa, mencionado no Plano Nacional para a Segurança dos Doentes, afirmou que “todos temos o direito de proteger e o direito de ser protegidos, é preciso um agir coletivo para a qualidade dos cuidados”. 

“Já não há só necessidades, mas expectativas. As pessoas esperam mais de nós. Importa delinear novas ações para a melhoria da qualidade. Não podemos ter qualidade sem ter segurança e este é o ponto de partida para a reflexão que vamos fazer hoje”, concluiu o enfermeiro diretor.