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Conversas na Linha com Loja dos 300 – Gabriel Magalhães

Atendendo à realidade que vivemos actualmente, devido à pandemia que atingiu todo o mundo, a Associação Empresarial de Vila Meã (AEVM), com o envolvimento da equipa dos diversos serviços que detém, mobilizou-se para dar voz aos desafios que os empresários do nosso concelho estão a viver. Gabriel Magalhães é sócio gerente na Loja dos 300, uma empresa, com sede em Vila Meã.

Nesta “Conversa em Linha” comenta o momento atual e as consequências na economia, provocadas pelo abrandamento abrupto da atividade perante a ameaça desta pandemia e consequentes medidas de confinamento para evitar a propagação do vírus Covid-19.

Jornal de Vila Meã – Como está a viver este momento?

Gabriel Magalhães – O medo, isolamento e muitas dúvidas é o que todos estamos a sentir e a viver no dia a dia. 

Temos de proteger os mais frágeis e com isso ficamos obrigados a um afastamento social para bem de todos. 

Manter uma rotina é essencial, ainda que adaptada à nova forma de estar: manter a higiene, fazer uma alimentação saudável, praticar exercício físico, contactar amigos e família via telefone, são medidas que aumentam ajudam a sensação de bem-estar.


JVM – Como está a reagir o seu negócio?

GM – Como era de esperar, com a situação tivemos um aumento de volume de pessoas a procurarem bens de necessidade com o medo de rotura de stock de alguns produtos nas lojas, quer em Vila Meã quer na loja de Lousada. Tivemos de reforçar o stock de produtos porque os fornecedores também estavam com essa dificuldade.  Assegurar a higienização do espaço de trabalho e a segurança dos colaboradores foram os passos importantes para que tudo pudesse correr da melhor maneira.


JVM – Como pensa contornar as dificuldades que possam surgir?

GM – Com esta pandemia, tudo vai ser diferente em qualquer tipo de negócio, mas vamos aprender a ter agilidade e flexibilidade para podermos reagir e adaptar-nos a cenários bruscos como foi o caso. Temos de passar a identificar os pontos-chave para contornar as dificuldades e a continuidade do nosso negócio:

– Quais os fornecedores chave.

– Como assegurar alternativas.

– Será que vale a pena ponderar a compra de produtos de maneira mais volumosa?

– Como preservar a reputação junto dos nossos clientes?

– Como manter a sua confiança?

São pontos-chave importantes a que vamos estar atentos, assim como a toda a situação económica que o País está a atravessar, que nos preocupa, mas esperamos que melhore com o passar do tempo e que a vida de toda a gente volte ao normal o mais rapidamente possível.

JVM – O que pensa das medidas tomadas pelo Estado?

GM – As medidas que foram tomadas foram as necessárias porque tínhamos a necessidade de parar o contágio para não ficarmos na situação de outros países. Sentimos que toda a gente percebeu a gravidade da situação que estamos a atravessar e que respeitou as indicações que foram dadas: uso de máscara, higienização das mãos, medidas essas que tínhamos disponíveis para venda nas nossas lojas quer as máscaras e viseiras, quer os produtos com soluções antissépticas.


JVM – Que mensagem gostaria de deixar aos seus clientes?

GM – Gostaríamos de deixar uma mensagem de agradecimento aos nossos clientes que sempre acreditaram em nós e que encontraram nas nossas lojas a confiança e a segurança para efetuarem as suas compras mesmo numa altura mais crítica desta pandemia.

Obrigado a todos.

Estaremos sempre cá e ao seus dispor com os melhores produtos ao melhor preço.

Abraço a todos e fiquem bem.