Eduardo Batarda é o artista consagrado com o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, uma distinção que pretende consagrar a carreira do artista plástico, na 12ª. Edição do Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, que irá encerrar as iniciativas promovidas pelo Município de Amarante, no âmbito da evocação do centenário da morte de Amadeo de Souza-Cardoso. A entrega ocorrerá a 23 de maio de 2020 no Salão Nobre da Câmara Municipal.

O júri desta edição, constituído por António Cardoso, Comissário do Prémio e Diretor do Museu Municipal, Raquel Henriques da Silva, Presidente do Júri, Bruno Marchand, Laura Castro e Lúcia Matos, da Associação Internacional de Críticos de Arte (A.I.C.A.) / secção portuguesa, ou à História da Arte, decidiu por unanimidade a atribuição do prémio extraconcurso.

Em consequência, o Município de Amarante, fará a aquisição de uma ou mais obras de Eduardo Batarda, até ao montante máximo de 25 mil euros, sendo ainda o artista convidado a realizar uma exposição das suas obras no Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso.

Eduardo Batarda nasceu, em 1943, em Coimbra e formou-se na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Expôs pela primeira vez em 1966, tendo realizado, a partir de 1968, exposições individuais principalmente, em Lisboa e no Porto.

Com periodicidade bienal, o Prémio Amadeo de Souza-Cardoso subdivide-se em três categorias, nomeadamente o Grande Prémio Amadeo de Souza-Cardoso, o Prémio Amadeo de Souza-Cardoso e o Prémio de Aquisição do Grupo dos Amigos da Biblioteca-Museu.

Desde 1997, ano em que o Município retomou atribuição do Grande Prémio foram vários os artistas consagrados, designadamente: Fernando Lanhas (1997), Fernando Azevedo (1999), Costa Pinheiro (2001), Júlio Pomar (2003), Nikias Skapinakis (2005), Ângelo de Sousa (2007), João Vieira (2009), António Sena (2011), Paula Rego (20139, Alberto Carneiro (2015), Jorge Pinheiro (2017) e Eduardo Batarda (2019).